segunda-feira, 20 de maio de 2013

Vídeo-aula 7: Crianças e jovens com necessidades especiais na escola – dialética da inclusão / exclusão. Por: Katia Amorim

Módulo IV
Disciplina: Educação Especial e Inclusiva: possibilidades, avanço e desafios.
Vídeo-aula 7: Crianças e jovens com necessidades especiais na escola – dialética da inclusão / exclusão. Por: Katia Amorim
Visualizado em: 20/05/2013

Analisar e discutir dificuldades de desempenho das premissas éticas propostas pela constituição, LDB e outros documentos, em função de dificuldades de organização institucionais e dos próprios valores e preconceitos.

*   Espaço cheio de contradições;
* Complexidade: várias perspectivas, atores, instituições, contexto histórico que se entrelaçam;
* Familiares;
* Professor;
* Professor e diretor/coordenador da escola;
* Criança e jovens com as necessidades especiais de educação.

Família: nota que existe a inclusão social, mas não são estimuladas as capacidades e habilidades (necessidade de mudança de contexto), percepção das necessidades e dificuldades da criança. A família se sente insegura quanto à capacidade de trabalho dos profissionais e das instituições.
Sugestão ao Professor: buscar o apoio de professores itinerantes, testar possibilidades e estratégias diferentes, conhecer melhor o aluno, parceria com a família, procurar conviver com os diferentes (excluídos socialmente).
Cabe a Coordenação Escolar a percepção da falta de competência do professor, restrição do papel do professor como socializador (limitação do desenvolvimento cognitivo);
As crianças e/ou alunos, vivendo esse processo (tanto as crianças com as necessidades ou as outras da sala), fala de tempo hábil para ouvir os sujeitos (observar de fato os desafios postos para as crianças), e para instrumentalizar o grupo para viver melhor esse processo.
*Como tudo isso se reflete no cotidiano na sala de aula regular?
* Muitas pessoas veem a deficiência como um todo, desconsiderando as capacidades existentes;
* Muitas vezes as crianças entram na escola, sem que o professor saiba que terá alunos com determinadas "deficiências" (Homogeneizadas);
* Inclusão com uma prática excludente (Passa do visível ao invisível);

Ensino e de Aprendizagem: Foco no sujeito, unilateral (criança diferente e com necessidades especiais).
* Relação Professor- aluno
* Reciprocidade; mutualidade. bi-direcionalidade.
            Questionamentos:
Existe diferença na relação entre professor e aluno, quando o aluno tem ou não uma deficiência?
As características afetam o processo de ensino e aprendizagem?
* Falta de capacitação, preconceito, comentários negativos, descrédito, atividade alternativa;
Assim concluímos que vivemos um “momento histórico da realidade brasileira”, ou seja de "Inclusão Perversa" ou " dialética Inclusão/ Exclusão” e esse não é um problema específico do professor, mas de toda a sociedade.



Vídeo-aula 6: O professor e a diversidade cultural na sala de aula. Por:Rosa Ivalberg.

Disciplina: Profissão Docente.
Vídeo-aula 6: O professor e a diversidade cultural na sala de aula. Por:Rosa Ivalberg.
Visualizado em: 20/05/2013.

“Ensinar sobre a diversidade das culturas promove a construção da identidade artística e estética dos estudantes com base no conhecimento e no valor da própria cultura e das demais respeitando-as.”

A Diversidade Cultural é uma manifestação de diversas culturas e é preciso pensar sobre  a ordenação da mesma no currículo escolar.
Ensinar sobre diversidade cultural é respeitar o direito dos povos em manifestar, documentar e preservar sua cultura.
* Ensinar sobre a diversidade das culturas para promover o respeito entre os povos;
* As culturas são diversas e estão em mudança permanente;
* Os meios de expressão e comunicação presentes nas diversas culturas refletem os diferentes contextos históricos e sociais;
* A aprendizagem sobre a diversidade cultural se dá se o professor promove:
* A criação e a fruição artística para o aluno aprender sobre a diversidade expressa na arte de diferentes tempos e lugares.
 (Não é copiar, mas se influenciar por essas poéticas. Livre de Estereótipos).

            Devemos considerar que:
* Conteúdos não pertencentes à cultura dominante;
* Relações humanas como cooperação e respeito mútuo;
* Ênfase nas relações indivíduo- grupo em diferentes culturas;
* Ênfase na promoção do pluralismo e na diversidade cultural e na equidade social;
* Cabe ao professor considerar as influências culturais na arte de cada povo e sua especificidade política, social, religiosa, histórica, econômica, ambiental;
* Em educação os recortes de conteúdos e temas no planejamento da História da Arte tem papel fundamental na educação orientada ao ensino da diversidade cultural na escola;
* Estudar o sistema simbólico de cada lugar expresso nas lendas, mitos, festas, contos de tradição, música, arquitetura, costumes;
* Valorizar a integração da produção de cultura local, estabelecendo relações com a história da arte mais ampla. (Dinâmica, Viva, Inclusiva).

A diversidade cultural acaba também sendo um conteúdo a ser trabalhado em sala de aula.

* Os estudos das culturas locais recupera o gosto por frequentar a escola, porque dizem respeito direto á identidade dos estudantes, sua história, memória e universo de experiência;

* Sua inserção nos desenhos curriculares deve ser estruturada com os demais conteúdos da arte.

Vídeo-aula 5: O papel do professor na mediação cultural. Por: Rosa Ivalberg.

Módulo IV
Disciplina: Profissão Docente.
Vídeo-aula 5: O papel do professor na mediação cultural. Por: Rosa Ivalberg.
Visualizado em: 20/05/2013.

A produção sócio-histórica da arte configura-se como patrimônio cultural de direito a ser aprendido nas escolas, cuja assimilação e valorização pelos estudantes requer a mediação dos professores.
            Vimos a importância de:
* Aproximação dos agentes culturais e dos artistas.
* Estar ligado à disciplina e de outras.
* Desmitificar a arte como objeto acessível a poucos;
* Desconstruir a arte como conhecimento distante do cotidiano;
* Promover a consciência sobre o valor da arte na sociedade e na vida dos indivíduos.
           
Aprendemos com as próprias produções, com a dos seus pares e do conhecimento sobre a produção sócio-histórica da arte.
* Arte promove a autoestima do aprendiz porque possibilita a expressão de cada um, construída com base em saber fazer, saber interpretar (decodificar) e valorizar.
* Maneira oral e escrita: nova forma de participação social;
* Trazem temas transversais: questões sociais da atualidade;
* [Os temas são ensinados com as obras associadas a conteúdos plásticos- formais (Poética);
* Produção Brasileira (Ricas, Formas, etc)

* Que alunos queremos formar?
Visão do aluno: arte inclui a pessoa do aprendiz. Suas características culturais e potencial de transformação da própria condição e lugar de origem. (marca da subjetividade daquele cria, tem o poder de transformação- meio, forma potente de participação social).
* A formação cultural mediada pelo professor promove a integração social, fala de perto ao estudante, anima-o a frequentar a escola porque pode manifestar-se e compartilhar suas experiências com os pares e apresentá-las á comunidade escolar ou compartilhá-las em redes sociais).

Registros para documentar essa trajetória:
* Portfólios.
* Requer uma educação diferenciada.

Cabe ao professor com seus pares:
* Selecionar arte de qualidade para o aluno conhecer, para sua identidade reconhecer-se nessa referência e na força dessas criações;
* Selecionar conteúdos para o aluno perceber a importância da autoria, do protagonismo nas formas, ideias, ações e escolhas em artes.
* Trabalhar a arte como sentido na vida das pessoas e na sociedade.

O que o professor conhece e sabe fazer para ensinar a arte (Investir na sua formação)?
* Conhecimentos sobre o desenvolvimento artístico no fazer e no desenvolvimento da compreensão estética;
* Conhecimento sobre arte e educação em arte; (Diferenças entre as interpretações entre as faixas etárias).
* Outros conhecimentos precisam advir da prática do professor: participação em eventos artísticos e experimentação em práticas artísticas.

Na escola tradicional a arte era copiada, na escola moderna esse conceito é vivenciado á partir da criança. (Cópia Mecânica de Modelos, Padrões e Exercícios de Repetições).

Expressão, Sentimentos, Autoexpressão, Livre Expressão. (preservação da sua marca social, associando o que faz, com aquilo que se fez em diversos espaços e tempos).

domingo, 19 de maio de 2013

Vídeo-aula 4: Ética e Saúde a escola. Por: Lucia Tinós.

Módulo IV.
Disciplina: Educação Especial e Inclusiva: possibilidades, avanço e desafios.
Vídeo-aula 4:  Ética e Saúde a escola. Por: Lucia Tinós.
Visualizado em: 19/05/2013.

Essa aula teve como objetivo:Definir “alunos com necessidades educacionais especiais”. Afunilar esse grupo em função de especificidades relacionadas ao campo da saúde – as deficiências, os transtornos e as síndromes.
            Novamente a aula foi muito rica em questionamentos, os quais para mim que não trabalho diretamente com essa área achei vago e pouco contextualizado, pautados em uma didática cansativa e desmotivadora, porém foram estas:
Qual o planejamento?
O que significa para você receber a noticia que irá trabalhar com alunos com necessidades especiais?
Qual é o seu “olhar" para esse termo, aluno?
Você sabe se alunos NEE em sua sala?
Quais são essas necessidades?

Necessidades Educacionais Especiais teve o inicio de uso da Terminologia no Reino Unido em um relatório de 1978, buscando:
* Desfocar do aluno as suas dificuldades, mas ao surgir o termo ainda usa a palavra comparativamente.
* 1994 Salamanca na Espanha, o termo ganha atenção no Brasil.

Quem são os alunos com NEE?
* De rua e que trabalham;
* De origem remota ou de população nômade;
* Pertencentes a minorias linguísticas, étnicas ou culturais;
* De grupos desavantajados ou marginalizados;
* Deficientes ou Super Dotados.

Existe diferença entre NEE e Diversidade?
* Conhecimento da Terminologia e seu contexto e como ajudar como professor.

No Brasil quem faz parte da Educação Especial?
* Decreto 3.296 de 1999: Deficiência Física, Deficiência auditiva, Deficiência Visual, Deficiência Mental e Deficiência Múltipla.
* Transtornos globais do desenvolvimento: Esquizofrenia e a Autismo.

E os Super Dotados?

O Diagnóstico ajuda em que?
 Auxilia no Pensar, planejar e organizar o trabalho.
Cuidados: Reconhecer a complexidade destas terminologias/ diagnósticos.
Importante conhecer para se instrumentalizar e atuar pedagogicamente.
Saber dos riscos: pode ser estigmatizante, reduzindo uma pessoa com deficiência e também com múltipla competências a uma pessoa deficiência.

Vídeo-aula 3: Ética e valores na ação educativa. Por: Kátia de Souza Amorim.

Módulo IV.
Disciplina: Educação Especial e Inclusiva: possibilidades, avanço e desafios.
Vídeo-aula 3: Ética e valores na ação educativa. Por: Kátia de Souza Amorim.
Visualizada em: 19/05/2013

            Retomando os pontos sobre ética e valores, estudados nos dois primeiros módulos. A meta foi de direcionar a discussão desses pontos considerando-os em relação à formação e valores dos professores.
            Como vimos anteriormente:
* As 03 Revoluções Educacionais (Professor Ulisses)
I- A primeira Revolução foi a 2500 anos atrás, nas cortes dos faraós egípcios, criados o que se chamava de "Casa de Instrução", espaços dedicados a formação de filhos de faraós. Mas...A quem se dedicava a educação? * Aristocracia: dedicada á um pequeno grupo burguês, como ilustrado na referida vídeo aula com o quadro de Chardan (A Jovem professora)

II- A Segunda Revolução Educacional aconteceu no século XVII, consolidada pelos Estados Nacionais Europeus, na qual pelo decreto do Rei Frederico Guilherme II (Crussia 1787) é determinado que a educação deve ser pública e sobre responsabilidade do estado, que antes era da igreja.
Através de uma foto é percebido que: 
Desde o inicio do século 19, fim do Século 18 a mesma imagem de escola até os dias de hoje, relação do professor, espaço arquitetônico (Lousa no fundo, professor com um degrau colocando-o no nível superior aos alunos). 
Papel do professor: detentor e transmissor de conhecimento. (Quem podia estar nessa função?); Fisionomia dos alunos? Só tem meninos, exclusão de boa parte da população, somente 10% tinha acesso, as mulheres eram excluídas; 
Uma sala de 12 alunos com a homogeneização dos alunos: Gênero, Mesma cor de pelo, mesmo tamanho e mesmo corte de cabelo, estrutura sócio econômica. 

* Estava na mão do professor o poder da exclusão. Sem espaço para hiperativo, ou com dificuldades de aprendizagens.

III- A Terceira Revolução Educacional tem inicio do século 20 (Sociedades Europeias e no Brasil nos últimos 20 ou 30 anos), através do processo de universalização e democratização da escola. Todas as crianças devem estar em sala. Pela primeira vez na história a escola passa a se ter  todos, trazendo a inclusão das diferenças: sociais, econômicas, psíquicas, físicas, culturais, religiosas, raciais, ideológicas de gênero. Escola para todos. Essa terceira Revolução traz consigo questões á serem intensamente refletidas e estudadas: Como lidar com essa inclusão? Como conciliar a acessibilidade com equidade (reconhecer a diferença entre os iguais)? E como conciliar com qualidade educacional? Será que a escola pensada no século 19 dá conta dessa inclusão? Como trazer todas as formas de conhecimento para relação de aprendizagens?

Conflitos:
* Camada Social Restrita X  Diversas Camadas sociais;
* Homogeneização X Diversidade;
* Legitimação da exclusão X Legitimação do direito;

*Naturalização Cultural: quem cabe ir á escola e como ensinar?  Como desnaturalizar?

Paradigmas Escolares:
* Ler/ escrever (clero);
* Escrever/ Contar (Comércio);
* Cultura letrada (Alfabética).
            Depois da retomada do cenário educacional muitos questionamentos foram feitos e á alguns destes salientados possíveis formas de trabalho e de minimização dos conflitos existendtes.
            Diante desse cenário, como garantir o direito á educação aos alunos com Necessidades Educacionais Especiais- NEE?
Deficiência Mental: dificuldades para ler/ escrever/ contar;

Surdas: usam línguas de sinais;
Cegas: usam o braile;
Deficientes Físicos e que necessitam do uso do computador.

Como fazer quando a educação implica em novas e não conhecidas bases e, mesmo, em desconhecidos recursos e tecnologias?
E como é ser professor nessas condições?

* Empatia é algo muito necessário: Dificuldades em ver o outro como fonte de todo o mal, sujeito de uma marca cultural, alguém a tolerar.

Será que o educador consegue trabalhar sobre esse “outro" sem torná-lo exótico?

Como vou lidar conviver e ensinar aqueles que a sociedade tradicionalmente considerou como devendo ser excluído da escola?
Como ensinar os outros alunos que vão conviver e respeitar as diferenças?

            Vimos a necessidade do investimento em:
* Trabalho com valores;
* Trabalho com relações Interpessoais;
* Afetividade;

Qual é a afetividade de você professor em relação á criança/ ao jovem diferente, deficiente?

*Bagagem do Professor <------> Perspectivas da Educação
*Complexidade: múltiplos significados e discursos;
*Encontros e confronto entre conhecimentos e valores

O conflito é inerente. Como lidar com ele?
*Trabalho Intencional com valores: alunos  < ---- > ética e cidadania
Quais os significados que você tem sobre aluno regular, escola, educação, diferença, doença, deficiência, etc?
*É necessário ter clareza desses significados e sentimentos.
*Ensinamos mais pelas nossas ações e exemplos. As ações são que dão ao ser ao pregador (José Sérgio Carvalho).

“Existe um grande risco de gerar uma “inclusão perversa” ou” dialética inclusão/ exclusão" (Bader Sawai)

O que pode ser feito?
* Colocar-se no lugar do outro;
* Humildade- assumir os limites do próprio fazer;
* Sujeito Ativo- Conhecer a Si e ao processo da criança e á história;

Como posso discutir e fazer alguma coisa?

Parcerias!!

sábado, 18 de maio de 2013

Vídeo-aula 2: A ação educativa ao longo da trajetória escolar. Silvia Colello

Módulo IV
Disciplina Profissão Docente
Vídeo-aula 2: A ação educativa ao longo da trajetória escolar. Silvia Colello.
Visualizada em 18/05/2013

Nesta aula foi tratado dos seguintes temas:
- Princípios e significados da ação educativa;
- A criança na Educação Infantil e as implicações educativas;
- A criança no Ensino Fundamental e as implicações educativas;
- O jovem no Ensino Fundamental Médio e as implicações educativas;

Quais são os significados da ação educativa?O que acontece nas escolas para além do ensino?
Vimos que existem vários “Projetos”,  que vão ocorrendo de forma aleatória focados nas temáticas: de orientação de estudos, prevenção de drogas, de recuperação de adaptação, orientação sexual, etc...
Foi considerado que a ação educativa deve ser feita em estreita sintonia com a trajetória escolar.

Embasados pelos questionamentos:
Ao longo dessa trajetória de vida o que a escola representa para o aluno?
Qual é o professor nas sucessivas etapas da escolaridade?

Vimos então que no caso da Educação Infantil, temos a percepção de um Novo Mundo (para a criança), marcado pelas brincadeiras e pela relação com os alunos, nesta fase a criança normalmente representa a escola com cenas de alegria, descoberta, o brincar.
E qual é a função (papel educativo) do professor na Educação Infantil?
Sabemos que  o que está em jogo é adaptação ao novo Mundo e aos saberes, das linguagens e das relações, assim o papel do professor é considerado por Silvia como o responsável pela “ Institucionalização” (usado o termo em virtude da falta de um nome específico para justificar tal empenho em auxiliar o aluno nesta adaptação), devendo ter um incessante investimento nas esferas afetivas, funcionais, cognitiva, linguística e de ajustamento pessoal. (Mostrar para o aluno o que é a escola, como a escola funciona).
 No Ensino Fundamental 1º e 2º Ano, temos essa fase fortemente marcada pela abertura ao “Espaço do Aprender”, vendo logo cenas de alunos sentados, professores ensinando, cobrança, rompimento com o brincar. (A percepção de que "Aprender tem o seu preço").
O que está em jogo é autoconceito, motivação para aprender, adaptação ao ritmo da escola e os novos critérios de convivência social, aqui o papel do professor: ainda é a “Institucionalização”, com o apoio funcional, fortalecimento de vinculo com o saber (querer aprender), estimulação dos valores que regem a convivência social, buscando transformar a sala de aula em um grupo classe cooperativo e solidário.
Já no Ensino Fundamental 3º e 4º Ano a escola passa a ser percebida como espaço plural, de pluralidade e de sintonia (ou falta de sintonia) em alguns espaços, gerando o “Auto conceito acadêmico”, aprender á aprender, organização, autonomia, disponibilidade para lidar com dificuldades, aqui o papel do professor é a “Escolarização”, o fortalecimento da relação aluno-escola pelas dimensões afetivas, metodológicas, funcional, cognitiva e social.
Ensino Fundamental de 5º a 9º Ano, a criança percebe que a escola é um entre tantos outros espaços.
Ensino Médio: entre o reconhecimento da escola e a disponibilidade para investir na aprendizagem.
( “ Os meninos pensam nas meninas e as meninas nos meninos” ).
É necessário prepara-se pra lidar com crises, conflitos, projetos de vida, cobranças de desempenho, opção profissional, autonomia, redefinição da identidade de valores., o papel do professor é a “Escolarização” e preparação para a vida social, dando apoio, orientação, sensibilização, conscientização sobre aspectos de vida e de responsabilidade social.
            Assim notamos que a preparação para a vida social é algo que deve ser trabalhado desde a educação infantil, de forma flexível: * Institucionalização;* Escolarização;* Preparação para a vida social.


Vídeo-aula 1: Papel do professor: instruir ou educar? Por: Silvia Colello.

Módulo IV
Disciplina Profissão Docente. Semana 01
Vídeo-aula 1: Papel do professor: instruir ou educar? Por: Silvia Colello.
Visualizado em: 18/05/2013

            Discutindo a função docente á partir da problematização  e do enfrentamento do dilema: instruir ou educar?
            Pensando se: A educação se submete ao ensino ou o ensino se submete à educação? Existe (ou deve existir) o equilíbrio entre as dimensões pedagógica e educativa da prática escolar.
            Pensando nos seguintes aspectos:
*Perfil dos alunos;
*Cobrança dos pais;
*Realidade da Escola;
*Problemas da sociedade;
*Apelos do Mundo.
àQual é o papel do professor?
            Logo podemos simplesmente responder: Ensinar, mais pairam sobre os alunos e de certa forma ao professor, desenvolver deste a Criatividade, Competência, Consciência, Criticidade, Responsabilidade, Autonomia, Ética, Profissionalização e a Inserção Social, além da necessidade de se considerar um monte de perigos e ameaças tais como: DST, Violência, Intolerância, Corrupção, Drogas, Gravidez Precose, Alcoolismo, Marginalidade, etc..
Apelos X Perigos do Mundo.
Instruir X Educar.
Ensinar: Fatos, Conceitos, Normas, Atitudes, Valores... (Dicotomias, só respondidas por ação dialética entre essas instâncias).

A educação deve se submeter ao ensino (Ensino Conteudista)? O Ensino deve se submeter a educação ( Projeto Educativo, onde todos os saberes se justifica)?

Usar as disciplinas para entender a complexidade da existência humana.

Valorização do processo educativo no significado do social. (desde anos 60, e que embasam os documentos e diretrizes curriculares. Ex: Introdução dos Parâmetros Curriculares Nacionais).

O papel do professor é educar á partir de 02 Polos (Pedagógico e Educacional)
* Desenvolvimento;
* Aprendizagem;
* Personalização;
* Socialização;
* Humanização (Herdeiro de toda construção da humanidade).
* Libertação (possibilidade de enfrentar a realidade de modo criativo).

Como garantir um equilíbrio entre as funções pedagógicas e educacionais:
* Escola deve estar em sintonia com a sociedade (Macro esfera PPP, Microesfera o Dia a Dia);

* Propor a autonomia e o espírito crítico a cada dia do meu ano letivo.