terça-feira, 4 de junho de 2013

Video-aula 22: Professor Leitor. Por: Gabriel Perissé

Módulo IV
Disciplina: Profissão Docente. Semana 06.
Video-aula 22: Professor Leitor. Por: Gabriel Perissé
Visualizado em: 04/06/2013

            A referente vídeo-aula mostra a importância do hábito da leitura e a relação existente e necessária entre: Leitura, Reflexão e Autoria/ autonomia.
            Leitura é um aprendizado á distância: uma forma de aproximação com diversas realidades.
            Todo aprendizado é também uma leitura, e vem daí o ditadoler o Mundo, ou,abrir-se para a realidade.
            A referente indagação foi feita:
            Como pode o professor que não é leitor ser umaaberturapara seu aluno?
            Utilizando das palavras de Adélia Pardoeu escrevo um livro, para ver se me livro, o professor destacou o quanto a leitura nos aproxima de diversas realidades e da superação de inúmeras dificuldades,nos livrandode inúmeras aflições.
            Ao falar da leitura no Brasil, vimos que o brasileiro a média de 4,7 livros por ano e que esse hábito é mais inerente das mulheres do que dos homens, sobre as bibliotecas vimos que temos 01 biblioteca pública para cada 33.000 habitantes e que 70% das escolas públicas nem se quer tem uma biblioteca (que quando tem, na maioria das vezes fica trancada e é utilizada como espaço de “castigo” para os alunos).
            Pesquisas mostraram que o professor em geral não possui o hábito e nem a prática pessoal da leitura, e que em virtude disso não consegue exercer o seu papel de medidor, obrigando os alunos a lerem.
            “A experiência da leitura pode questionar, ampliar, revolucionar, aperfeiçoar nossa visão de mundo. E nos fazer criar um sistema pessoal de convicções.”
            Á partir dessa concepção consideramos que o professor não é um “tarefeiro” , um “ dador de aula”, um “ instrutor”, apenas um “ transmissor de ideia” , mas é sim um ser com personalidade que sabe seu papel e a relação do que seleciona com o que transmite à seus alunos, que gera a vontade de aprender.

            É pela leitura que o professor tem a oportunidade de ir ao encontro com diferentes questões, as quais o torna mais interessantes, uma vez que desperta interesse tudo aquilo que tem ser, que tem vida, que tem assunto e que possibilita a abertura de espaço para novos temas que tem ligação com o cotidiano dos alunos. O leitor aprende a tornar os temas mais interessantes, a ler livros, a ler o Mundo, a ler vidas a ler relacionamentos.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Video-aula 21: A complexidade da constituição docente. Por: Silvia Colello.


Disciplina: Profissão Docente.
Video-aula 21: A complexidade da constituição docente. Por: Silvia Colello.
Visualizado em: 03/06/2013

            Esta importante aula foi iniciada por Silvia realizando um desabafo da dificuldade de se falar da profissão docente em tão pouco tempo, fazendo uma retrospectiva de todos os papeis do educador tratados nas aulas anteriores, sendo esses:
*A parceria necessária entre o INSTRUIR E EDUCAR;
* A necessidade de o professor ser um mediador cultural;
* A importância de o professor adquirir uma visão e uma prática pautadas nos princípios pedagógicos de sua escolha ou da escola que atua;
* Os desafios da superação da não aprendizagem, transformando em aprendizagem á partir da consideração e da compreensão da complexidade desse fator;
* A importância da relação entre professor e aluno, considerando que isso é antes de tudo um encontro de pessoas;
* A necessidade de o professor romper com as barreiras da escola e lutar por melhores condições de trabalho de forma coletiva.

            Diante de tudo isso que é posto como importante, como necessário e como desafiador a ministrante traz a seguinte indagação: Que professor é esse que temos nos dias atuais? Qual a sua realidade?
            Percebemos então que a profissão docente muitas vezes é causa de adoecimento, gerando desgastes e falta de vida, sendo muitas vezes como um castigo. Mas será que para ser professor é necessário abrir mão de sua própria vida?
            Nesta perspectiva foi feito uma retrospectiva á cerca do papel do professor e da educação no Brasil, vimos que na década de 1970 todo o fracasso escolar era visto como culpa do aluno, mas que desde o papel de superação era do professor, como que num passe de mágica.
            Na década de 1980 os estudos em diversas áreas desmascaram mitos queculpabilizavamo aluno como causa do fracasso escolar e passam aculpabilizara própria escola, sua organização burocrática dentre outras como a responsável pelo fracasso escolar, mesmo assim o responsável pelo superação era ainda o professor, através de sua competência profissional.
            Nos dias atuais percebemos a complexidade de ser professor que variam de aspectos extrínsecos, que vão desde sua formação inicial, formação continuada, escola que atua valor de seu salário, que norteiam sua profissionalização á aspectos intrínsecos que está relacionado á forma que viveu e que vive cada um desses aspectos que norteiam a sua profissionalidade (profissão + personalidade). Temos á partir disso a Visão de Mundo e a cultura profissional dos professores, que são permeados ou até mesmo formados pela junção dos saberes formalmente apreendido (pedagógicos X conteúdos) e os saberes vivenciados (dia-a-dia) o que gerar a satisfação ou á insatisfação do professor.
            Vimos ainda a importância do conhecimento, posteriormente da vivência, da reflexão do que é vivido e assim da luta por melhorias na valorização do ensino através da constituição do trabalho coletivo, sendo necessário o professor ter disponibilidade pessoal para renovar seu trabalho, afirmando-se como sujeito do conhecimento que á partir disso criar caminhos e alternativas.
            Após considerar todas as dificuldades e/ou desafios do ser professor, com todas as limitações da escola e dos apelos do Mundo, tivemos uma diminuição significativa de jovens interessados pelo magistério, como mostram algumas reportagens apresentadas por Silvia.
            Pontua que precisamos fazer as produções teorias chegarem aos professores através de cursos, leituras com o apoio da escola, transpondo as mesmas á praticas pedagógicas, problematizando e refletindo as mesmas, ou seja, compreender, aplicar, problematizar.
            Compreender que muitos aspectos, tais como a falta de autonomia, sobrecarga, falta de motivação e angustia, tem muitas vezes origem da dimensão pessoal do trabalho do professor, quais muitas vezes está relacionada ao esgotamento da própria profissão, ou até mesmo da frustração por ter se dedicado a uma profissão que não era na realidade a queria, como dito pela professora Maria Valéria Fernandes em seu livro e citado por Silvia Colello.

            No encerramento da aula, vimos que as aulas seguintes seriam então embasamento que servirão como estratégias de enfrentamento de todo o contexto apresentado.