sábado, 20 de outubro de 2012

Vídeo 23- Aula: Assembleias Escolares e democracia escolar



Disciplina Educação e Valores.

Vídeo 23- Aula: Assembleias Escolares e democracia escolar. Por: Ulisses Araujo.
Visualizada em: 10/10/2012

            Através de um vídeo expositivo da “Escola Comunitária de Campinas”, visualizamos a utilização de Assembleias como um mecanismo eficiente para a formação de valores nos alunos e professores, tal como para a efetivação da democracia dentro do universo escolar.
            No vídeo foi apresentado 03 tipos de Assembleias, todas embasadas do principio da liberdade de dialogo e opiniões partindo dos aspectos de FELICITAÇÕES e CRITICAS, utilizando os espaços para discussões e sugestões de ações nunca de sujeitos, evitando a exposição :
1-    Assembleia de Classe: servindo para regularizar as regulações dentro da sala de aula;
2-    Assembleia de Escola: Com representantes de todas as salas, professores, funcionários e direção esta assembleia visa discutir e solucionar os temas que envolvem toda a escola;
3-    Assembleias de Docentes: Com ênfase nas relações interpessoais, tal como dinâmica e procedimentos de trabalho.

          Dentre os benefícios alcançados por essa dinâmica de trabalho encontra-se a diminuição da indisciplina e violência, porém para Ulisses isso deve ser visto como a consequência da criação de um espaço democrático, pois se for visto como causa poderá perder sua eficácia. Assim o foco central deverá estar na construção de valores por parte das crianças.

Vídeo 22- Aula: Prática de projetos e transversalidade em sala de aula: Questões de Gênero no cotidiano escolar.


Disciplina: Temas Transversais
Vídeo 22- Aula: Prática de projetos e transversalidade em sala de aula: Questões de Gênero no cotidiano escolar. Por: Briggite Ursula Stach Haertel

            O documento que embasa essa discussão, são os "Parâmetros Curriculares Nacionais- Apresentação dos Temas Transversais- MEC" 02 Capitulo: Temas Tranversais e Ensino e Aprendizagem de questões Socias e Ensino e aprendizagem de valores e atitudes."

            Aqui o pressuposto é a oportunidade de fazermos uma reflexão nos valores culturais presentes na nossa sociedade, relativas a formação moral do sujeitos, no qual refletimos em nosso Projeto Político Pedagógico.
            Alguns eixos propostos para a discussão são: Ética. Pluralidade Cultural, Meio Ambiente, Saúde, Orientação Sexual e Temas Locais (Mais específicos á realidade que trabalhamos).
            Uma forma de se trabalhar os temas Transversais, são através de projetos, através da definição de um tema transversal definido pelo grupo pedagógico, por meio de uma decisão coletiva, com a adesão voluntária é desenvolvida de acordo com a segurança e compromisso de cada educador com aquele projeto.
            A questão de gênero pode ser abordada em 03 dos temas transversais abordados pelo PCNs á partir de: Ética, Orientação Sexual e Diversidade Cultural. As opções teóricas acompanham esse trabalho, no caso de gênero o Construtivismo Social e a Socialização Cultural.

Esclarecimentos:
            Sexo: determinação biológica;
            Sexualidade: Significado Atribuído á condição definida geneticamente;
            Representação de gênero: representações socialmente construídas.

Reflexões:
Somos muito sexistas, separando os meninos e meninas. Porque fazemos assim? Porque somos educados assim?!
            “Não estamos acostumados a inverter a ordem posta.”

Vídeo 21- Aula Sentimentos e Afeto como Tema Transversal


Disciplina: Temas Transversais
Vídeo 21- Aula Sentimentos e Afeto como Tema Transversal. Por: Valéria Arantes
Visualizado em: 12/10/2012.

            Conceitos que legitimam o trabalho com temas transversais: Valores, Autoestima e Autoconhecimento.
*Valores, diz respeito a trocas afetivas que o sujeito realiza com os meios exteriores (Piaget). “Projeções positivas entre objetos, pessoas e/ou relações e si mesmo.”
            Não podemos confundir com valores morais. Ou seja, valor é aquilo que eu gosto e contra valor, aquilo que eu não gosto.

*Autoestima, processo de construção de imagem que o sujeito constrói sobre si mesmo. Fundamental para construção do processo de cidadania, no aspecto da busca social. Esse é um problema entre os jovens de hoje.

*Autoconhecimento: Um processo de autorrelação que o sujeito tem para conhecer a si mesmo, os próprios sentimentos, valores das próprias ideias, para se ter uma conduta coerente com aquilo que se acredita. A dimensão da sensibilidade para se conhecer a si mesmo.

            Como uma pessoa pode ser autônoma se ela não se conhece?

            Como incorporar os sentimentos e afetos no cotidiano das escolas com uma educação voltada para a cidadania, para a criação de valores?
            Uma alternativa seria tornar os sentimentos e afetos em objetos de ensino e aprendizagens.
Aprendendo a lidar com os próprios sentimentos e valores.
            É importante destacar que o trabalho com afetos e sentimentos também deve incluir a resoluções de conflitos, somente não é o ideal.
            A partir desses levantamentos, do cotidiano dos alunos (que é tido como ponto de partida e outras vezes o ponto de chegada) é possível se trabalhar valores inerentes, como por exemplo valores humanos.
            Os sentimentos e afetos não estão apenas no nível de relações interpessoais, mais também como objetos de ensino.

            Exemplo prático, uma professora do interior de São Paulo fez uma pesquisa sobre os sentimentos que as crianças tinham e depois desenhavam um corpo e colocavam os sentimentos deste corpo, problematizando a situação posteriormente.
            E a partir disso a professora foi realizando várias questões.
Outra atividade foi uma redação. Ex: Eu me sinto triste quando... Eu me sinto feliz quando... Eu me sinto envergonhada quando...
            No diálogo foi percebendo como os sentimentos são desencadeados em momentos diferentes e como as crianças têm valores diferentes. Ex: Uma criança que dizia que ficava preocupada quando faltava na escola e outro dizia que fica feliz. Outra atividade foi o desenho de uma situação de tristeza, a causa e posteriormente a resolução desses conflitos (04 formas). 

Vídeo 20- Aula: Violência e Educação


deo 20- Aula: Violência e Educação. Por: Flávia Schieling
Visualizada em: 10/10/2012

            Como ressaltado por Flávia a violência na escola é algo que nos cala, nos faltam palavras e soma-se a visão de que a violência toma conta do Mundo.
            Mas o que é violência? O que é tido como um espaço violento? O que é definido como violência na escola?
            A Violência é na escola? A violência é á escola? A violência aconteceu dentro da escola? Ou a violência é da escola?
            Para que se possa realmente agir nesta polemica questão é necessário a realização prévia de um diagnóstico: Quem? Onde? Como? Com quem? Contra Quem? O que?

            Posteriormente a isso é necessário analisar o que é possível se fazer enquanto escola, sem que isso pese para a escola e a deixe sobrecarregada, aqui uma estratégia apresentada são as parcerias (Famílias, Conselhos, ONGs, Secretaria de Educação), criando assim projetos de enfrentamento a questão da violência na escola, percebendo inclusive formas de violências sutis chamadas “violência simbólica”.