domingo, 11 de novembro de 2012

Vídeo-aula 7: Crescimento e desenvolvimento ponderal e hábitos alimentares


Disciplina Saúde na Escola
Vídeo-aula 7: Crescimento e desenvolvimento ponderal e hábitos alimentares. Por Lili Min.
Visualizado em 11/11/2012



O crescimento da criança tem influências diretas. E como saber se esse crescimento está dentro de uma faixa considerada normal?
Para a médica pediatra e professora Lilia Freire Rodrigues de Souza Li, da Unicamp, o crescimento da criança é resultado da maturação óssea da criança, e é dividido em três períodos:
1º Na primeira infância: de 01 á 03 anos: nessa fase ocorre o maior crescimento natal, podendo uma criança crescer até 25 centímetros no primeiro ano, 12,5 centímetros no segundo ano e em torno de 8 centímetros no terceiro ano. Sendo a nutrição adequada o fator mais importante dessa fase;
2º Segunda Infância: de 04 á 08 anos: aqui o crescimento é mais estável podendo ganhar de 8 á 4 cm por ano. Nesse período os fatores hormonais (hormônio de crescimento e tireoidiano) mais importante para o crescimento;
3º Puberdade: entre 09 e 17 anos: época de grandes transformações físicas, emocionais e sociais, gerando algumas diferenças entre homens e mulheres, tendo uma desaceleração de crescimento até o inicio da puberdade que gera uma nova aceleração de crescimento.
Quanto mais tardia uma criança entrar na puberdade, maior é a desaceleração de crescimento.
Na menina o primeiro sinal da puberdade que ocorre entre 8 e 13 anos incompleto, está relacionado ao aparecimento do botão mamário, seguido de aparecimento de pelos pubianos e por último a primeira menstruação, chamada de menarca.

Nos meninos o primeiro sinal da puberdade está relacionado ao crescimento dos testículos e do pênis. O estirão puberal nos meninos é maior ocorre normalmente 02 anos mais tarde que os das meninas, o que resulta na diferença de crescimento entre meninos e meninas de aproximadamente 13 centímetros.

De acordo com o site: http://portal.saude.gov.br, na matéria: A saúde de adolescentes e jovens: competências e habilidades, de: Evelyn Eisenstein e Karla Coelho

" Em segundo lugar, acontece o desenvolvimento das características sexuais secundárias: nas meninas, o aumento das mamas, aparecimento dos pêlos pubianos e axilares; nos meninos, o aumento da genitália, pênis, testículos, bolsa escrotal, além do aparecimento dos pêlos pubianos, axilares, faciais e mudança do timbre da voz. Paralelamente à maturação sexual são observadas outras mudanças biológicas, como as alterações no tamanho, na forma, nas dimensões e na composição corporal (quantidade da massa muscular e tecido adiposo) e na velocidade de crescimento, que é o chamado estirão puberal. Este processo, marcado por alterações de diversas funções orgânicas, constitui o que se denomina processo de maturação corporal, que ocorre simultaneamente com as transformações comportamentais e psicossociais, representando a adolescência."

Como acompanhar o crescimento?
* Acompanhar o crescimento e comparar aos gráficos de crescimento;
* Avaliar estatura e peso, durante toda a fase de crescimento;
* Avaliar o índice de massa corporal (IMC);
* Observar a data de inicio dos caracteres secundários;

Para entender o gráfico de crescimento infantil, o qual trata-se um registro padrão de crescimento de uma população, com diferença entre os sexos é preciso considerar que o mesmo é diferente para os sexos. O mesmo tem como função além de comprar a altura da criança com a da população geral, identificar crianças com risco para doenças genéticas, hormonais de desnutrição e sobrepeso, ou até mesmo mudanças de canal de crescimento ou de peso.

Segue abaixo o site da revista veja que contem os gráficos para as três fases de crescimento destacadas acima:
http://veja.abril.com.br/especiais_online/crescimento-saudavel/curvas-crescimento.shtml

Mas o que influência o crescimento?
* Atividade Física;
* Sono (GH é liberado durante o sono profundo);
* Doenças crônicas;
* Nutrição (que pode ser positiva- sobrepeso ou negativa- desnutrição);
* Genéticos;
* Ambientais (Higiene, questões psicológicas).

Como calcular o canal de crescimento de uma criança?
* Calcular canal de crescimento com a estrutura final alvo (dos pais);
* Menina: Soma das estaturas dos pais menos 13 dividido por 2 (Feminilização da altura);
* Meninos: Soma das estaturas dos pais mais 13 divididos por 2 (Masculiniza a altura);
* O canal do crescimento estará mais ou menos 08 centímetros da estatura alvo, é considerado "os desvios padrões";

O Canal de crescimento identifica o potencial genético de crescimento da criança e dará uma previsão da altura final da criança, que dependendo de fatores ambientais poderá ou não ser atingida.

Outro as aspecto abordado na aula foi o Gráfico IMC da criança, Índice de massa corpórea da criança que variam por idade sexo, diferente do de adultos que é igual para ambos os sexos.
Desde o nascimento até os 04 ou 06 anos existe uma estabilidade dos IMC e posteriormente ele tende a aumentar. Quando uma criança aumenta seu IMC antes dos 04 anos de idade ela passa a ser considerada como uma criança com risco de desenvolvimento de obesidade na vida adulta.
O IMC é utilizado como screening e não como diagnóstico de sobrepeso e baixo ganho ponderal, desnutrição. O percentil 85 é usado como parâmetro apara identificar crianças em risco de sobrepeso.

Como calcular o IMC?
Alguns sites fazem isso rapidamente, como é o caso do site:

Formula para calcular o IMC
IMC = PESO / ALTURA^2
ou (formula equivalente)
IMC = PESO / (ALTURA * ALTURA)

Como interpretar os limites IMC para idade?
*Percentil 95= obesidade;
*Percentil entre 85 e 95= sobrepeso;
*Percentil entre 5 e 85= normal;
Abaixo de 5= desnutrição ou baixo peso;

O IMC é importante para constatar logo na infância as crianças com risco de obesidade ou sobrepeso na vida adulta, além das doenças cardiovasculares, dislipidemia, pressão alta e aumento da insulina na vida adulta.

A partir dessa aula sobre o crescimento da criança além de poder utilizar dentro do currículo das escolas, como por exemplo, o calculo do gráfico de crescimento e do IMC trabalhando o conhecimento da matemática por exemplo, também devemos perceber:  como está alimentação dos nossos alunos dentro e fora da escola?
Na escola em que trabalho, temos o prazer de contar com uma alimentação riquíssima, com o acompanhamento nutricional de uma nutricionista que além elaborar o cardápio com 04 refeições por dia (Fruta pela manhã, Almoço, Sobremesa e Jantar. Sendo que o almoço e jantar contem Arroz, um grão, uma carne, legumes e verduras, ainda tem o suco natural que acompanha), temos ainda a orientação á família feita pela mesma ou pela médica pediatra que acompanha os alunos de forma preventiva.
O projeto de saúde aborda ainda tratamentos de verme, ferro, vitaminas como zinco, ferro, vitaminas A e outras de acordo com a necessidade da criança, além de informações e investigações feitas na própria residência pela Assistente Social da escola. Infelizmente o que é uma utopia para muitas instituições, para nós da escola CEISA é um projeto real com alta eficiência, eficácia e efetividade
Segue ainda a revista digital da escola a qual contem mais informações á respeito:

Vídeo-aula 6: Educação comunitária e questões de gênero na escola


Disciplina: Educação Comunitária
Vídeo-aula 6: Educação comunitária e questões de gênero na escola. Por: Valéria Arantes.
Visualizada em: 10/11/2012


Essa vídeo aula teve como objetivo mostrar á partir de um projeto de investigação e intervenção, em uma escola de periferia da cidade de São Paulo, o trabalho com a superação dos problemas focado na questão de gênero, á partir dos princípios de ética e cidadania.
O Projeto foi realizado á partir de toda organização na elaboração de projetos, citada em aulas anteriores (14,17  e 25 do módulo I).
Segundo relato da professora Valéria, os próprios educadores ignoravam os conflitos da questão de gênero contida na comunidade e na escola e então buscaram pesquisar esses problemas junto aos alunos, tal como as estratégias para enfrentamento e após analise desse levantamento foi feita uma avaliação das mesmas e levado á direção da escola, afim de que essas "problemáticas" fossem trabalhadas dentro do currículo escolar daquela escola.

Foram constados como principais conflitos de gênero:
* Conflitos amorosos;
* Traição (Sem ênfase na violência);
* Separação (Sem ênfase na violência) ;
* Violência contra o homem (a mulher como agressora);
* Violência contra o casal (ambos de agrediram);
* Violência contra a mulher (o homem como agressor).

As sugestões quanto às formas de resolução para os conflitos destacados por eles foram:
* Categoria Não Moral: não tem princípios morais envolvidos;
* Categoria Mágica: conflito que envolve a morte e que para eles está na mão de Deus e que transcende o envolvimento das pessoas;
* Categoria Moral.

Alguns projetos interdisciplinares e transversais foram incorporados após a realização desta pesquisa, envolvendo a questão de gênero que até então era ignorada.

Foram apresentados com os principais dados do reflexo da pesquisa:

*Anteriormente á pesquisa 67% das mulheres apresentavam "resoluções mágicas" para seus conflitos, ou seja, tudo estava "nas mãos de Deus". Posteriormente a pesquisa o percentual caiu 8% das mulheres tiveram essa resposta.
*No caso dos homens 38% dos homens falavam da "resolução mágica" e após a pesquisa esse percentual caiu para 19%.
*Anteriormente á pesquisa apenas 27% das mulheres buscaram a intervenção "moral" e após a pesquisa esse percentual subiu para 89%. E os homem de 50% foram para 65%.

Essa pesquisa nos mostra que é necessário e possível intervir nestas problemáticas da questão de gênero que infelizmente é naturalizada pela nossa sociedade e que os homens e mulheres devem e podem ser tratados como iguais, porém diferentes e que a escola tem o dever de intervir nessas questões.
Para ampliar ainda mais a visão sobre o cenário atual, indico a visualização deste site: http://www.expressodasilhas.sapo.cv/pt/noticias/go/onu-mulheres--igualdade-de-genero-ainda-e-um-projecto-em-construcao , o qual retirei inclusive a imagem acima.

sábado, 10 de novembro de 2012

Vídeo-aula 5: Protagonismo juvenil e participação escolar.

Disciplina: Educação Comunitária 
Vídeo-aula 5: Protagonismo juvenil e participação escolar. Por: Ulisses Araújo. 
Visualizado em: 10/11/2012. 

      Essa aula trata da importância do aluno ter o papel ativo na aprendizagem, rompendo com papel do professor como detentor do conhecimento e com o papel limitado ao "ensinar", enquanto disciplina. Como diz a citação abaixo, apresentada nesta: 

 “A educação deve promover o acesso aos bens culturais exigidos pela sociedade contemporânea e garantir uma formação política que permitam aos jovens participar da vida social de forma maios critica, dinâmica e autônoma." 

      Mas como garantir isso? Algumas formas são apresentadas: 
* Metodologias ativas de aprendizagens, baseado no autor americano John Dewey, que tem muita relação com o construtivismo Piaget, Vygotsky e até mesmo Paulo Freire, que defendem a ação ativa do sujeito no processo de aprendizagem; 
* "Estratégias pedagógicas que apresenta aos estudantes situações significativas e contextualizadas no mundo real". Ou seja, a aprendizagem baseada em problemas, na problematização de ações reais da vivência dos alunos; 

      Pesquisas mostram que essa forma de aprendizagem, tornam os alunos mais éticos e com ações morais mais evidentes em comparação com alunos de uma mesma escola, ou de um mesmo bairro, mas que não vivenciam essa educação na qual o aluno é o principal protagonista. 
      Como prover a participação? * Assembleias escolares;
 * Grêmios Estudantis; * Estratégias de resolução e mediação de conflitos (Que pode utilizar o professor ou até mesmo os alunos nessa mediação); 
* Estratégias de aproximação entre escola, família e comunidade, buscando até mesmo a participação nos alunos nessa organização. 

      Um exemplo muito legal desse tipo de trabalho é o Projeto chamado “Extrapos”, realizado no Bom Retiro, São Paulo, que tem como objetivo o reaproveitamento de retalhos que eram descartados de forma inadequada para gerar renda a comunidade. 
http://www.youtube.com/watch?v=skCpHk29ECg

      Em minha opinião ou a escola se abre para as necessidades reais dos alunos e da comunidade, ou eles encontrarão outras formas de encontra-la, e usarei aqui um vídeo de Tião Rocha, o qual vem na mesma na direção do penso e sinto, afinal educação não é nem deve ser um produto único da escola: 
Parte 01 
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=1_DjUOMCUoQ

Parte 02
http://www.youtube.com/watch?feature=endscreen&v=xQyW0GNn_T8&NR=1

Vídeo aula 4: Saúde do professor.

Disciplina Saúde na Escola
Vídeo aula 4: Saúde do professor. Por Paula Fernandes.
Visualizada em: 29/10/2012

            Na sequencia é passado um vídeo relatando a opinião de diferentes professores sobre a temática, dentre tantas falas, uma que me tocou especialmente:
“Felicidade é o oposto da doença, e a felicidade é possível nas escolas.

            A aula é iniciada com a referente indagação: E você professor, como será que anda sua saúde?

            Motivados pela citação contida na apresentação do slide apresentado, passamos a refletir:
“Excesso de trabalho, indisciplina em sala de aula, salário baixo, pressão da direção, violência, demandas de pais, bombardeio de informações, desgaste físico, problemas posturais, perda da voz, falta de reconhecimento da atividade profissional são algumas das causas de stress, ansiedade e depressão que atrapalham a saúde do professor brasileiro."

            A existência de todos os problemas que assolam à escola não é mais novidade para ninguém, mas a perspectiva de que a melhoria e atenção individual de cada um pode levar a resoluções e melhorias coletivas, para mim faz todo o sentido, principalmente no aspecto referente à prevenção.

            A professora Paula Fernandes aponta então, alguns aspectos á serem analisados e apresentados ações preventivas aos mesmos, uma vez que essas são as principais queixas dos educadores:
1- Problemas na Voz;
2- Problemas Posturais;
3- Estresse;

            Segundo a fonoaudióloga Lúcia Mourão, a saúde vocal do professor é algo que demanda muita atenção, pois a utilização excessiva, muitas vezes sem intervalo, tal como a baixa qualidade acústica das salas de aula, a insuficiente atenção dos alunos, acabam por agravar os problemas vocálicos, pois nestas situações o professor acaba por utilizar a voz para cobrir os barulhos existentes. A falta de orientação de como fazer uso correto da voz, também é um fator agravante.
            Algumas dicas dadas para prevenir esses problemas são: beber bastante água, usar microfones quando necessário, projeção e variação adequada da fala, buscando uma boa articulação, tal como respiração adequada.
            A escola neste sentido poderá contribuir com o trabalho informativo, motivando a  atitude preventiva e não como acontece na maioria dos casos, onde os profissionais buscam auxilio quando a situação já está agravada. A voz deve ser vista como um recurso de extrema valia para se passar os conteúdos pertinentes, ou seja, de nada adianta ter um bom conteúdo se eu não tenho esse recurso com uma boa qualidade para transmiti-lo;

            Sobre saúde postural, o fisioterapeuta Luiz Boaventura, apresentou os seguintes dados:
As tão conhecidas ores nas costas, tem principais causas:
* Posturas Viciosas;
* Sedentarismo;
* Hérnias de Discos;
* Sobrepeso;
* DORTE- Distúrbio Ósteomuscular Relacionado ao Trabalho (antigo LER- Lesão por Esforço Repetitivo)

Apresentou como orientações para minimizar esses danos:
* Alongamento: antes de entrar na sala de aula;
* Utilizar o quadro/ lousa na altura nos nossos olhos, evitando os planos altos;
* Melhorar a postura com ombros relaxados, imaginando que tenha uma linha puxando a nossa coluna para cima.

            Sobre o stress, precisamos entender que ele é uma reação do organismo como componentes físicos e psicológicos, situação que causa medo, confusão ou até felicidade. Existem três fases:
1- Fase do Alerta. Pode parar por aqui pois a pessoa encontra meios para lidar com isso;
2- Fase de Resistência. Quando dura muito tempo e/ou a pessoa não consegue encontrar mecanismos para lidar com isso;
3- Fase de Exaustão. Prolongamento da 2ª fase concomitante com o aparecimento de outras doença , como depressão, pânico, etc.

O ápice do stress é conhecido como Síndrome de Burnout:
“Síndrome de Burnout: uma das consequências mais marcantes do stress profissional exaustão emocional, avaliação negativa de si mesmo, depressão e insensibilidade com relação á quase tudo e todos."

            Principais causas do stress do professor:
“*Sobrecarga quantitativa excesso de atividades, reuniões, carga horária, cobranças, responsabilidades, final do semestre,etc.)
*Falta de tempo para atender ás múltiplas responsabilidades;
*Falta de recursos, má condições de trabalho;
*Sistema de ensino deficitário.”

            Porque a reação dos professores frente á mesma causa, desencadeiam efeitos diferentes?
" É importante saber que a principal fonte de stress vem da maneira como as pessoas interpretam as situações e como respondem á mesma (com ansiedade ou de forma adequada);
Se a pessoa sempre de maneira inadequada (ansiosa) as situações de stress vão se acumulando e prejudicando sua vida como um todo."


            Como prevenir ou minimizar/ melhorar o stress depois de já "instaurado"?
“ * Restaurar a dimensão coletiva do trabalho interlocução com seus pares;
*Manter calma;
*A situação pode ser ruim, mas não ficará sempre assim;
*Tentar sempre encontrar algo positivo na situação;
*Focalizar sempre no que pode ser feito;
* Não desenvolva dependência de ninguém;
* Tenha flexibilidade;
* Fazer exercícios físicos regularmente;
* Ter momento do dia focalizado em você;
* Crie dentro do possível, um ambiente de trabalho agradável;
* Não desanime nunca;”

            Saúde do Professor: Como prevenir ações que podem contribuir para o bem-estar, o desempenho profissional, impacto positivo na qualidade da Educação?
“* Receba o apoio da direção;
* Mantenha-se sempre em constante forma-se;
* Disponha de horário para estudo e lazer;
* Cuide da saúde física e emocional;
* Poder contar com o apoio dos colegas;
* Manter a indisciplina sob controle;
* Ter boas condições de trabalho;
* Estar dentro do projeto pedagógico.”
* Ser prestigiado.

FAÇA ACONTECER!

Vídeo aula 3: Introdução: saúde na escola.


Disciplina: Saúde na Escola
Vídeo aula 3: Introdução: saúde na escola. Por Li Li Min
Visualizado em: 29/10/2012

            Esta vídeo aula, feita para apresentação da disciplina foi iniciada com apresentando a tabela da Mortalidade que os brasileiros enfrentam hoje, estando entre as três primeiras causas:
1º Derrame;
2º Doenças coronarianas;
3º Causas externas: incluindo principalmente a violência.

            O que isso tem haver com á escola?
            Tudo, afinal a escola é um espaço público de convivência e de aprendizagem, levar esses assuntos para a inclusão nas discussões das pautas escolares é de extrema valia para buscar-se a problematização, reflexão e a prevenção destas.

“O que mais prezamos mais? A saúde!"

            A referida tabela mostra que, 01 á 39 anos a principais causas de morte está ligado as causas externas e na idade mais avançada as questões cardiovasculares.

Serão temas dessa disciplina:
* Como avaliar se o crescimento do aluno está dentro de uma faixa considerado normal?;
* Alimentação, os hábitos alimentares, dando destaque a obesidade e a anorexia nervosa;
*TDH, não com o objetivo de aprender fazer o diagnóstico, mas refletir sobre o papel do professor neste contexto.
*Afetividade/ Sexualidade. Como discutir esse tema nas escolas? Como trabalhar para evitar a gravidez precoce?
*Violência Escolar, antes conhecida como o "te espero na saída", que hoje acaba por se tornar ainda mais complexa;
*Bulying que extrapola a sala de aula e acaba por ocupar espaços como, por exemplo, a internet;
*Drogas, drogadição, ou seja, o uso de substância psicoativa;
*A influência da mídia na educação;
*Stress. Como melhorar a qualidade de vida diante de todas as cobranças atuais? Tanto com foco no aluno como nos profissionais da educação;
*Depressão, tanto no aluno como no professor, percebido á partir da mudança de humor;
*A saúde do professor.

        Um material de extrema valia que recebi á pouco tempo do SESC- SP,  caracterizado como " Guia para saúde no Trabalho ( Profissionais da área de educação) " nos auxiliou muito na escola que trabalho, está disponível neste site: 
http://www.sescsp.org.br/sesc/download/guia_educacao.pdf


Vídeo-aula 2 Fórum escolar de ética e de cidadania.


Disciplina: Educação Comunitária
Vídeo-aula 2 Fórum escolar de ética e de cidadania. Por: Ulisses Araújo
Visualizado em: 28/10/2012

            Fórum Escolar de Ética e Cidadania discutido nesta aula, diz respeito à  uma reunião que busca reunir membros de toda a comunidade escolar, pessoas, profissionais, representantes daquele bairro que interferem na vivência e na convivência daquela comunidade, ou seja que tenham alguma forma de relação com aquela escola, com aqueles funcionários e alunos.
            A proposta do Fórum é uma forma para a escola exercer a democracia na tomada de decisão e criação de estratégias ás situações vivenciadas, iniciada a partir de uma grande plenária, podendo até conter a presença de um especialista sobre a temática, posteriormente uma separação por subgrupos para discussão e novamente a formação de uma nova plenária para socialização das estratégias levantadas, afim de que todos os membros dessa comunidade escolar passe a conhecer todo o trabalho que será desenvolvido.
            Cada escola, cada comunidade possui as suas particularidades e temas á serem trabalhados e a periodicidade também deve ser percebida pela própria escola, mas indica-se que ocorra ao menos mensal ou anualmente.
            Utilizando-se dos slides apresentados pelo professor Ulisses:
“O fórum tem como papel essencial articular os diversos segmentos da comunidade escolar e não-escolar, que se disponham a atuar no desenvolvimento de ações mobilizadoras em torno das temáticas de ética, democracia e cidadania no convívio escolar, focando de forma específica quatro eixos de atuação: ética, convivência democrática, direitos humanos e inclusão social."

" Como pressupõem a estrutura de um fórum, sua composição deve ser a mais aberta possível. Podem e devem participar professores, estudantes, funcionários, diretores, famílias, membros da comunidade, comerciantes, membros de conselho, posto de saúde, líderes comunitários, etc.."

            Foram apresentadas como possíveis atribuições dos Fóruns:
Definição de sua política geral de funcionamento, organização e mobilização dos diversos segmentos da comunidade escolar;
Proposição dos temas dos projetos interdisciplinares e transversais;
Preparação dos recursos materiais para o desenvolvimento dos projetos;
Formulação do cronograma local de desenvolvimento das ações.

            E como formas de atuação:
Junto á direção da escola aos membros da comunidade para garantir espaços e tempos necessários ao desenvolvimento dos projetos;
Buscando garantir recursos que permitam a aquisição de materiais necessários ao desenvolvimento dos projetos;
Interagindo com especialistas em educação/ pesquisadores que possam contribuir com o melhor planejamento das ações planejadas;
Convidar pessoas, especialistas em educação;
Articulando parcerias com outros órgãos e instituições governamentais e não-governamentais (ONGs) que possam apoiar ações ou projetos e a criação de propostas que promovam seu enriquecimento.

Vídeo de Apoio:

Vídeo-aula 1: A escola e as relações com a comunidade


Disciplina: Educação Comunitária
Vídeo-aula 1: A escola e as relações com a comunidade. Por: Ulisses Araújo
Visualizado em: 28/10/2012

            Essa vídeo aula fala das necessidades da escola romper com muros, se abrindo para família para a comunidade.
" A escola necessita ampliar os espaços educativos, incorporando os recursos da cidade e prioritariamente de seu entorno no desenvolvimento de projetos que contemplem a comunidade como espaço de aprendizagem."

            Percebemos que falar da  aproximação da escola da família, já não corresponde maos as necessidades postas é preciso ampliar ainda mais, olhando com atenção e interagindo com  se todo entorno, e nesse sentido não considerando apenas que ao “abrir a escola aos finais de semana” para a comunidade seja esse propósito, mas inserir todo esse contexto no currículo escolar, aproveitando tudo que está fora da escola para se tratar dentro da mesma, oportunizando a problematizando dessa realidade.

" Todas as ações no entanto, devem considerar a escola, e seu currículo, como centro das ações."

            A proposta de educação da escola para a comunidade surge á partir de 03 eixos,Ou seja:
01- " Para fora da escola": Considerando tudo que tem fora (entorno) da escola como objeto de aprendizagens, através da problematização da realidade, tendo um direcionamento do professor á partir da temática que estão estudando. Essa situação muitas vezes gera resistência por parte dos profissionais, porém é uma forma de aproximação eficiente, uma vez que rompe com as quatro paredes;
02- " Para dentro da escola", nesta linha abusca é de incluir no currículo das escolas, a realidade observada e problematizada pelos alunos, rompendo com o "esquizofrenismo educacional".
03-" O protagonismo dos estudantes." : A chave de tudo isso;

" Tanto em seu projeto político-pedagógico como em seu planejamento institucional, a escola precisa considerar a realização de projetos e ações que ao mesmo tempo promovam o acesso aos bens culturais exigidos pela sociedade contemporânea e garantam uma formação política aos jovens de modo a lhes permitir participar da vida social de forma mais crítica, dinâmica e autônoma."

            Diante das pontuações acima, concordo com a importância da escola pensar na criação de espaços de aprendizagens e que esses espaços contemplem á toda comunidade escolar, não apenas os alunos, afinal " é preciso toda uma aldeia para se educar uma criança" , diz o provérbio africano, e trazendo isso para o seu currículo de forma coerente.